Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]


 

 

Screen Shot 2015-04-26 at 12.17.30 PM.png

 

 
Desde o seu inicio, a Mosca Publicidade (www.moscapublicidade.com ) tem sido percepcionada mais como uma agência digital do que uma agência tradicional. No entanto, a maioria dos trabalhos e dos prémios que temos ganho não devem ser considerados trabalhos "digitais".
É verdade que o meio onde eles foram divulgados foi o digital, mas na verdade foram trabalhos de ideia e não de algum tipo de revolução tecnológica. 
É aqui que convêm que fazer um balanço. O que é digital e o que é simplesmente um trabalho "tradicional" divulgado no digital ? Vendo os trabalhos de outras agências nacionais e internacionais mais divulgados e apreciados  na web e os trabalhos mais premiados nos festivais, normalmente o que vemos são  simplesmente filmes. Sim, os bons e velhos vídeos.
O mundo da publicidade tem andado obcecado com o digital quando na verdade "digital" não quer dizer nada em termos de comunicação. Cada vez mais concluímos que o  canal não é importante, o importante é a mensagem.
Um dos trabalhos mais importantes da Mosca Publicidade foi o "Dia do Político" para o nosso cliente Café Império. É verdade, que foi um trabalho todo executado nos meios digitais, mas na sua essência era simplesmente uma boa ideia. Em termos tecnológicos não apresentou nenhuma novidade. Foi uma boa ideia divulgada pelas redes sociais.
O resultado foi surpreendente. A acção tornou-se viral o que beneficiou o anunciante. A acção teve cobertura dos jornais e das televisões, o que significou muita media gratuita. No fim, esta acção ainda ganhou 2 prémios internacionais de criatividade. Poderíamos considerar esta acção como "digital" ? Ou não deveria ser considerado simplesmente uma acção de comunicação tradicional cuja divulgação foi feita pelos meios digitais ?
As agências começaram por ter departamentos digitais, departamentos esses que funcionavam numa lógica à parte e que nalguns casos nunca se integraram completamente na estrutura dessas agências. Em muitos casos continuam a ser vistos quase como o departamento de arte final, alguém que está no fim do processo, um mal necessário. 
Mas a realidade ultapasou-nos. O consumidor já não distingue quando está on-line ou off-line. Os conteúdos são consumidos em diferente plataformas e quando o consumidor determina. Já é altura de ficar claro que o que importa é o conteúdo e não a plataforma.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)



Mais sobre mim

foto do autor



Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D