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Não li o briefing

Como ser criativo na publicidade e não ser apanhado.

Não li o briefing

Como ser criativo na publicidade e não ser apanhado.

A Mosca de Sttau Monteiro

Julho 24, 2014

Manuel Soares de Oliveira

 

 

 

Uma das inspirações para o nome da minha nova agência, A Mosca, foi um suplemento satírico do Diário de Lisboa que se chamava justamente " A Mosca". Estávamos em Lisboa nos anos 60 e um dos principais autores/colaboradores desse suplemento satírico foi Luís de Sttau Monteiro. Por coincidência, Sttau Monteiro, foi também o autor de uma das mais celebradas adaptações ao teatro do livro "O Barão", do meu avô, o escritor Branquinho da Fonseca.. Esta foi uma adaptação que provocou alguma celeuma, dada a analogia que Sttau Monteiro fazia, entre o Barão e o Presidente do Conselho, Antonio de Oliveira Salazar.
Na sua biografia, Sttau Monteiro apresenta-se como escritor e "publicista", o que vem reforçar a longa ligação do nome "Mosca" às artes da comunicação. Uma pequena coincidência, mas cheia de significado.

O último anúncio de televisão

Julho 21, 2014

Manuel Soares de Oliveira

 

 

 

Nos últimos tempos, tenho me dedicado mais ao Digital e menos aos outros meios. Por acaso, as duas últimas peças que tive que criar, são campanhas à moda antiga. A primeira foi uma campanha de mupis para o Licor Beirão e agora a campanha de TV e rádio para o inseticida BioKill. Especialmente o anúncio de televisão do Biokill, é mais um anúncio que promete polémica pois foge aos canônes actuais da publicidade em que tudo é muito pasteurizado e que a preocupação é com a imagem e não com o conteúdo.

O digital tem permitido uma maior criatividade às marcas, pois dado que os custos são menores, os anunciantes estão mais disponíveis a arriscar. Igualmente, o digital veio permitir que o falhanço tivesse menos impacto. Parece contraditório, mas não é. O que acontece, é que antigamnte qualquer acção publicitária envolvia custos muito grandes e havia pouca interacção com o consumidor. Na questão dos custos, o digital veio permitir exeperimentar novas formas de comunicar sem o medo de arricar custos muito elevados de produção. Calculo que metade do que é criado para o digital acaba por não ter impacto nenhum, mas sobra sempre a outra metade. A segunda questão tem a ver com a interacção com o público consumidor.

Há uns anos quando se punha uma campanha na rua havia sempre o medo da reacção dos consumidores. Nessa altura havia menos interacção e raras eram as vezes em que alguém se dava ao trabalho de criticar o anunciante. Hoje em dia é completamente diferente. O consumidor quando não gosta de alguma comunicação, vai para as redes sociais criticar e não se inibe de enviar emails ao anunciante a desancar o anúncio.

Inicialmente, esta nova forma de interagir, causou uma enorme reacção dos anunciantes pois não estavam habituados à crítica e entravam em pânico. Com o passar dos tempos instalou-se uma certa habituação à crítica e actualmente já ninguém liga muito às críticas. Pode-se dizer, que o excesso de críticas, banalizou-as. No meu caso, quando ninguém critica as peças que crio, é sinal que a comunicação passou despercebida. E uma comunicação que não mexe com ninguém é uma comunicação que não interessa a ninguém.

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